sábado, 9 de outubro de 2010

HOMILIA COMPLETA - Santa Missa Canção Nova Pe. José Augusto 05/10/2010

Um estatuto para os nasciturnos.

Dom Odilo P. Scherer - O Estado de S.Paulo

Todos os anos, no começo de outubro, a Igreja Católica realiza no Brasil a Semana pela Vida. A vida é preciosa e deve ser defendida e protegida sempre: "Escolhe, pois, a vida" é a recomendação bíblica (Deuteronômio 30,19). Os cristãos creem no Deus da vida, que ordenou: "Não matarás." E são discípulos de Jesus Cristo, vencedor da morte e restaurador da vida: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (João, 14,6).


O objetivo da Semana pela Vida é alimentar uma cultura favorável à vida. Mas também é uma manifestação de alerta diante de todo desprezo, desrespeito e agressão contra a vida humana, ameaçada pela miséria, que mata cedo, ou impede de viver dignamente; pelas drogas e outros vícios, que estragam a saúde e corrompem a vida; pela violência, exercida de mil maneiras, causa de tragédia e dor; pelo aborto provocado, silenciosa e assombrosa ceifa de vidas inocentes e indefesas. Não dá para ficar indiferentes diante do desprezo à vida!

A semana culmina com o Dia do Nascituro, 8 de outubro, instituído pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para valorizar a vida nascente. Há projetos de lei no Congresso Nacional para legalizar a prática do aborto! Há mesmo quem pretenda que isso é um direito humano. Tirar a vida de seres humanos inocentes e indefesos seria um direito humano?! Para camuflar a realidade, fala-se em "despenalização" ou "descriminalização" do aborto, "interrupção da gravidez" ou "parto antecipado"... O objetivo é sempre o mesmo: legalizar a supressão da vida de seres humanos inocentes e indefesos. Espalhou-se o uso da pílula do dia seguinte ("método contraceptivo de emergência"), que também pode ser abortiva, se já houve fecundação após uma relação sexual. Inócua a discussão sobre o início da vida humana; alguém tem dúvida séria?

Há também quem argumente que a mulher teria o direito de decidir sobre seu próprio corpo; tratando-se da gravidez, há nisso um equívoco primário, pois o feto ou bebê, que ela traz no útero, não é parte do seu corpo, mas um outro corpo, diverso do dela; mais bem dito, é um outro ser humano, diverso dela. A natureza da mulher recebeu de Deus a bela e gratificante missão de conceber e acolher a vida humana, de fazê-la vir ao mundo, de amparar e proteger essa vida frágil e linda. Evidentemente, desaprovando o aborto, não queremos a todo custo o castigo das mulheres que, por alguma razão, o praticam. A proibição legal da prática do aborto não visa o castigo, mas a proteção do direito à vida. Porém, como proteger a vida nascente e assegurar o primeiro de todos os direitos humanos, se o aborto fosse legalizado? O Estado não pode ser relapso em fazer cumprir a lei existente, sobretudo contra clínicas clandestinas (nem tão clandestinas) que exploram o mercado do aborto.

A defesa da vida nascente também requer uma educação sexual adequada para evitar ou superar a banalização do sexo, causa frequente de casos de gravidez indesejada. Requer ainda o amparo a toda mulher que gera um filho, talvez até em situação problemática; a medicina, a psicologia e a assistência social podem fazer muito por ela, bem como as organizações religiosas. Verdadeira política pública de amparo à maternidade e à infância seria ajudar toda mulher a ter seu filho com dignidade e segurança. A mulher grávida merece todo o respeito e homenagem; ela presta um serviço inestimável à humanidade!

No Congresso Nacional também tramita o Estatuto do Nascituro (Projeto de Lei 478/2007). Na linha dos principais tratados e convenções internacionais de direitos humanos assinados pelo Brasil, nos quais são reconhecidos cada vez mais claramente a personalidade jurídica e o direito do ser humano à vida, mesmo antes do nascimento, esse estatuto visa a dar proteção à vida por nascer. Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas (ONU), já afirmava que "todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança de sua pessoa" (artigo 3.º) e também que "todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei" (artigo 6.º).

Dez anos depois, em 1958, a Convenção sobre os Direitos da Criança, da ONU, da qual o Brasil é signatário, foi além e afirmou que "a criança (...) necessita de proteção e cuidados especiais, inclusive a devida proteção legal, tanto antes quanto após seu nascimento". Passados mais dez anos, em 1969, o Pacto de São José da Costa Rica, que o Brasil também endossou, afirmou: "Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano" (artigo 1.º). "Toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua personalidade jurídica" (artigo 3.º). E ainda: "Toda pessoa tem o direito de que se respeite a sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei em geral, desde o momento da concepção" (artigo 4.º).


Nosso Código Penal, de 1940, reconhecia o nascituro como pessoa, ao enquadrar o aborto entre os "crimes contra a pessoa" (artigos 124 a 128). O novo Código Civil, de 2002, ao tratar do direito de herança, menciona como pessoas tanto as nascidas como as já concebidas: "Legitimam-se a suceder as pessoas nascidas ou já concebidas no momento da abertura da sucessão" (artigo 1.798). Ora, se a lei reconhece o direito de herança "às pessoas já concebidas", quanto mais deve ser reconhecido o direito à vida, o primeiro e mais fundamental!
Aos parlamentares, apenas eleitos, cabe a missão de retomar o Estatuto do Nascituro para sua discussão e aprovação final. Os nascituros são bem-vindos a este mundo, suas mães sejam abençoadas! Eles ainda nada podem fazer por si, nem lutar pelo seu direito de viver e de serem considerados seres humanos, e não "coisas" descartáveis. É tarefa que cabe aos adultos: aos genitores, a cada pessoa, à sociedade como um todo e ao Estado.


CARDEAL-ARCEBISPO DE SÃO PAULO

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Algumas vezes o aborto não se concretiza... Graças a Deus!!!

Eu fui abortada!
por Gianna Jessen em 21 de março de 2008

Resumo: Depoimento de uma sobrevivente ao aborto.

© 2008 MidiaSemMascara.org


Sabe-se que "um dos problemas" dos abortos é que às vezes o bebê nasce vivo e tem de ser morto fora do útero — muitas vezes sufocado na placenta ou, então, jogado ao lixo.
Contudo, há casos em que o bebê não só nasceu vivo, mas também sobreviveu. O texto a seguir é o testemunho de uma menina que sobreviveu ao aborto. Esse depoimento foi feito na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, em 22 de abril de 1996.


Gianna Jessen.

O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia, mas atualmente vivo no Tennessee.
Fui adotada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina. Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer, sobrevivi.
Felizmente para mim, o médico aborteiro não estava na clínica quando nasci com vida, às 6h da madrugada de 6 de abril de 1977. Nasci prematura: a minha morte não estava prevista para antes das 9h, altura em que o aborteiro deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza de que não estaria aqui hoje no caso de o aborteiro estar na clínica, pois o seu trabalho é matar — não é salvar. Algumas pessoas disseram que eu sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado.
Houve muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras moças novas que estavam na clínica à espera da morte de seus bebês. Disseram-me que isso foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que aparentemente chamou a emergência médica e eles transferiram-me para um hospital.
Fiquei naquele hospital mais ou menos três meses. No princípio não havia muita esperança, pois eu pesava somente 900g. Hoje, já sobreviveram bebês menores que eu.
Certa vez um médico disse-me que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutava pela minha vida. Acabei por sobreviver e sair do hospital sendo entregue a uma babá. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.
Disseram à minha babá que era muito duvidoso que eu chegasse a engatinhar ou andar. Nesse ponto, eu não me conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações e à dedicação da minha babá e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei aprendendo a sentar-me sozinha, a engatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adotada pela filha da minha babá, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O serviço de assistência social não me permitia ser adotada antes disso.
Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora depois de cair durante 19 anos tenha aprendido a cair graciosamente.
Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a Deus pela vida. Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou qualquer um dos títulos que dão às crianças em gestação. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.
Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas são gratas pelo dom da vida. Há alguns meses atrás, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O aborteiro, além de injetar a solução no útero da mãe, injeta também no bebê. A Sara foi injetada na cabeça. Eu pude ver em que parte da cabeça isso lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar…
Hoje, um bebê só é bebê quando vem na altura certa. Quando a altura não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebê é um bebê quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebê é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Porque isso é assim? Eu não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…
Para defender a vida a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução.
Há uma citação na parte de cima de um dos edifícios do Capitólio que diz: "Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correto". O aborto é moralmente errado. O nosso país está derramando o sangue de inocentes. Os Estados Unidos estão matando o seu futuro.
Toda vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar dos dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida.

Divulgação e adaptação ao português do Brasil: www.juliosevero.com
Fonte: Algarve pela Vida

Trabalho de "formiguinha"!

Gostaria de agradecer a todos aqueles que visitam o blog neste momento tão importante da vida Nacional,não por mim, mas tão somente pela importância que todos nós temos assumido nestes dias. O meu trabalho tem sido de formiguinha, não em nome de um partido, candidato ou idelologia, muito embora minha posição seja claramente assumida a favor do candidato à Presidência da República José Serra. O trabalho tem sido acima de tudo a favor das liberdades e quem me conhece sabe que são todas aquelas que dizem respeito à Democracia e principalmente à Família. Os brasileiros passaram os últimos 8 anos acreditando que o Presidente operário seria a nossa salvação. Jesus salva...
Não posso e sei que não devo me calar diante do que vejo, escuto e sinto; tenho discernimento. As mentiras que são propaladas, como se quem as propala dissesse, " vou ao bar da esquina comprar chocolate", são tão acintosas que não posso deixar de evidenciá-las. Tanto que tenho procurado evidenciá-las como nos vídeos que postei abaixo. E continuarei, num trabalho de formiguinha...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dilma quer legalizar o aborto sim; contra fatos não há argumentos.

SERÁ QUE O GOVERNO LULA É A FAVOR DO ABORTO?

Se você ainda tem dúvidas em relação a isso, confira os links à seguir, isto é, se eles ainda estiverem no ar! Caso você não consiga mais acessar ( porque eles são rápidos nessa coisa de tirar do ar assuntos que possam prejudicá-los ) publico abaixo o conteúdo de cada link.OBSERVE COM BASTANTE ATENÇÃO QUE TRATA-SE DE UM SITE DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL.


http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2008/05/not_jovens_apontam_legalizacao_do_aborto_e_promocao_dos_direitos_reprodutivos_como_prioridade_em_conferencia_nacional/?searchterm=legaliza%C3%A7%C3%A3o%20do%20aborto


http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2008/07/not_mocao_aplauso_deputados/?searchterm=legaliza%C3%A7%C3%A3o%20do%20aborto


http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2008/07/not_delegacao_aborto_mexico/?searchterm=legaliza%C3%A7%C3%A3o%20do%20aborto

http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2007/08/not_mocao_aborto/?searchterm=legaliza%C3%A7%C3%A3o%20do%20aborto

http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2008/09/MySQLNoticia.2008-09-26.3944/?searchterm=legaliza%C3%A7%C3%A3o%20do%20aborto

http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2009/08/not_min_cultura_manipulado/?searchterm=aborto

1º link:

Jovens apontam legalização do aborto e promoção dos direitos sexuais e direitos reprodutivos como prioridade em conferência nacional
Essa é uma das 22 prioridades aprovadas na plenária da conferência. Entre as 69 resoluções do encontro, as prioridades servirão de referência para a plataforma da Política Nacional da Juventude.
A implementação de políticas públicas de promoção dos direitos sexuais e direitos reprodutivos das jovens mulheres, garantindo mecanismos que evitem mortes maternas, aplicando a lei de planejamento familiar, garantindo o acesso a métodos contraceptivos e a legalização do aborto, é uma das 22 prioridades aprovadas na plenária da I Conferência Nacional de Juventude, encerrada em 30 de abril, em Brasília. Entre as 69 resoluções do encontro, as prioridades servirão de referência para plataforma da Política Nacional de Juventude.

2º link:

Secretaria faz moção de aplauso a deputados federais que mantiveram posição favorável à descriminalização do aborto
Por unanimidade, conselheiras decidiram parabenizar posicionamento público e voto de parlamentares em defesa dos direitos das mulheres. Por unanimidade, conselheiras decidiram parabenizar posicionamento público e voto de parlamentares em defesa dos direitos das mulheres.
Reunido ontem (10/7), em Brasília, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) deliberou, na segunda reunião ordinária do novo pleno, sobre moção de aplauso e reconhecimento à posição favorável dos deputados federais José Genoíno (PT/SP), José Eduardo Cardoso (PT/SP), Eduardo Valverde (PT/RO), Regis de Oliveira (PSC-SP) e Paulo Rubens (PDT/PE) à retirada do Artigo 124 do Código Penal que criminaliza o aborto, durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados ocorrida na quarta-feira (9/7).

3º link:

Delegações brasileira e peruana visitam rede de apoio às mulheres que optam pelo aborto na Cidade do México
De 28 de julho a 2 de agosto, brasileiros e peruanos vão conhecer equipamentos sociais e a rede de saúde criada para atender mulheres que decidem pelo aborto na Cidade do México. O convite partiu da Pathfinder do Brasil que está realizado o projeto “Implementando a discussão sobre o aborto no Brasil, em parceria com as Católicas pelo Direito de Decidir. A iniciativa visa evidenciar campanhas de advocacy bem-sucedidas a decisores políticos e lideranças, mobilizando-os para a definição de ações para aprimorar políticas, legislações e orçamentos para atenção integral à saúde reprodutiva.

4º link:

Abrasco aprova moção de apoio à política de saúde sexual e reprodutiva do governo
Objeto: Apoio à política de saúde e às posições do Ministro José Gomes Temporão quanto ao enfrentamento do aborto inseguro no Brasil
.Considerando que:
- O aborto constitui no Brasil, assim como nos países em que sua prática é ilegal, um grave problema de saúde pública, sendo a quarta causa de morte materna no país, com a curetagem pós-aborto representando o segundo procedimento obstétrico mais realizado na rede pública;
- A legislação restritiva vigente no país que criminaliza o aborto não tem sido capaz de evitar sua ocorrência, com estimativa anual de milhão de procedimentos anuais, realizados na clandestinidade;
- A ilegalidade do aborto é fonte de iniqüidade social, pois favorece a realização de práticas inseguras, realizadas por profissionais não qualificados, em ambientes sem os padrões sanitários requeridos, penalizando especificamente as mulheres mais jovens, de estratos sociais menos favorecidos, negras, que não têm acesso a procedimentos seguros;
- Na rede pública, o atendimento às mulheres em situação de abortamento é realizado, muitas vezes, sem respeito aos procedimentos técnicos requeridos, com atitudes de discriminação às mulheres, inclusive pouca atenção a medidas capazes de garantir sua adesão a uma prática contraceptiva, de modo a evitar a recorrência do aborto;

5º link:

Ato em SP cria Frente Nacional pela Legalização do Aborto
Acontece na tarde desta sexta-feira (26/9), em São Paulo, caminhada pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto no Brasil. A manifestação denuncia o processo contra 9.922 mulheres acusadas da prática de aborto no Mato Grosso do Sul e ameaça de prisão a duas mil mulheres no País. Durante o ato, que se encerra em frente ao Tribunal de Justiça de São Paulo, será constituída a Frente Nacional pela Legalização do Aborto.

6º link:

Ministério da Cultura bloqueia conta de projeto que teria manipulado informações
O Ministério da Cultura determinou o bloqueio da conta corrente e a devolução dos recursos do proponente ao tomar conhecimento dos propósitos do projeto Cultura, Cidadania e Vida, que realizou neste domingo (30.08), em Brasília, um ato público contra o aborto.
O projeto recebeu R$ 143 mil do Fundo Nacional da Cultura (FNC), mas, segundo o ministério, omitiu o caráter panfletário do evento, pedindo recursos para a realização de um evento com oficinas, palestras e show. A Ong ainda possuía R$ 76 mil na conta aberta em convênio pelo ministério, mas teve a movimentação bloqueada.

domingo, 26 de setembro de 2010

O mal a evitar

Hoje um editorial primoroso do jornal O Estado de São Paulo convida a refletirmos sobre as próximas eleições. A história com certeza revelará a importância do que vai abaixo.
*
O mal a evitar

A acusação do presidente da República de que a Imprensa “se comporta como um partido político” é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre “se comportar como um partido político” e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do “nunca antes”, agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o “cara”. Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: “Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?” Este é o mal a evitar.

sábado, 25 de setembro de 2010

Lula é um fenômeno religioso – Arnaldo Jabor

Este texto foi publicado originalmente em "O Globo" em 21/09/2010

Lula não é um político – é um fenômeno religioso. De fé. Como as igrejas que caem, matam os fiéis e os que sobram continuam acreditando. Com um povo de analfabetos manipuláveis, Lula está criando uma igreja para o PT dirigir, emparedando instituições democráticas e poderes moderadores.

Os fatos são desmontados, os escândalos, desidratados, para caber nos interesses políticos da igreja lulista e seus coroinhas. Lula nos roubou o assunto. Vejam os jornais; todos os assuntos são dele, tudo converge para a verdade oficial do poder. Lula muda os fatos em ficção. Só nos resta a humilhante esperança de que a democracia prevaleça.
Depois do derretimento do PSDB, o destino do país vai ser a maçaroca informe do PMDB agarrada aos soviéticos do PT, nossa direita contemporânea.
Os comentaristas ficam desorientados diante do nada que os petistas criaram com o apoio do povo analfabeto. Os conceitos críticos, como “razão, democracia, respeito à lei, ética”, ficaram ridículos, insuficientes raciocínios diante do cinismo impune.
Como analisar com a razão essa insânia oficial? Como analisar o caso Erenice, por exemplo, com todas as provas na cara, com o Lula e seus áulicos dizendo que são mentiras inventadas pela mídia? Temos de criar novos instrumentos críticos para entender essa farsa. Novos termos. Estamos vendo o início de um “chavismo light”, cordial, para que a “massa atrasada” seja comandada pela “massa adiantada” (Dilma et PT).

Os termos têm de ser mudados. Não há mais “propina”; agora o nome é “taxa de sucesso”. A roubalheira se autonomeia “revolucionária” – assalto à coisa pública em nome do povo. O que se chamava “vítima” agora se chama “réu”. Os escândalos agora são de governos inteiros roubando em cascata, como em Brasília, Rondônia e Amapá – são “girândolas de crimes”. Os criminosos são culpados, mas sabem tramar a inocência. O “não” agora quer dizer “sim”.
Antigamente, mentia se com bons álibis; hoje, as tramoias e as patranhas são deslavadas; não há mais respeito nem pela mentira. Está em andamento uma “revolução dentro da corrupção”, invadindo o Estado em nossa cara, com o fito de nos acostumar ao horror. Gramsci foi transformado em chefe de quadrilha.
Nunca antes nossos vícios ficaram tão explícitos, nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Já sabemos que a corrupção no país não é um “desvio” da norma, não é um pecado ou crime; é a norma mesmo, entranhada nos códigos e nas almas.
Nosso único consolo: estamos aprendemos muito sobre a dura verdade nacional neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Por exemplo: ganhamos mais cultura política com a visão da figura da Erenice, a burocrata felliniana, a “mãe coragem” com seus filhos lobistas, com o corpinho barbudo do Tuminha (lembram?), com o “make-over” da clone Dilma (que ama a ex-Erenice, seu braço- direito há 15 anos), com o silêncio eufórico dos Sarneys, do Renan, do Jucá… Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos!
Ao menos estamos mais alertas sobre a técnica do desgoverno corrupto que faz pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, esgotos à flor da pele, tudo proclamado como plano de aceleração do crescimento popular.
Nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades imundas, mas fecundas como um adubo sagrado, belas como nossas matas, cachoeiras e flores.
Os canalhas são mais didáticos que os honestos. Temos assistido a um show de verdades mentirosas no chorrilho de negaças, de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo.
Como é educativo vermos as falsas ostentações de pureza para encobrir a impudicícia, as mãos grandes nas cumbucas e os sombrios desejos das almas de rapina. Que emocionante este sarapatel entre o público e o privado: os súbitos aumentos de patrimônio, filhinhos ladrões, ditadura dos suplentes, cheques podres, piscinas em forma de vaginas, despachos de galinhas mortas na encruzilhada, o uísque caindo mal no Piantela, as flatulências fétidas no Senado, as negaças diante da evidência de crime, os gemidos proclamando “honradez” e “patriotismo”.
Talvez essa vergonha seja boa para nos despertar da letargia de 400 anos. Através deste escracho, pode ser que entendamos a beleza do que poderíamos ser!
Já se nos entranhou na cabeça, confusamente ainda, que, enquanto houver 20 mil cargos de confiança no país, haverá canalhas, enquanto houver estatais com caixa preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse Código Penal, nunca haverá progresso.
Já sabemos que mais de 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas, sem saneamento, com o Lula brilhando na TV, xingando a mídia e com todos os mensaleiros, sanguessugas e aloprados felizes em seus empregos e dentro do ex-partido dos trabalhadores.
E é espantoso que esse óbvio fenômeno político, caudilhista, subperonista, patrimonialista, aí, na cara da gente, seja ignorado por quase toda a “inteligentsia” do país, que antes vivia escrevendo manifestos abstratos e agora se cala diante desse perigo concreto que nos ronda. No Brasil, a palavra ” esquerda” ainda é o ópio dos intelectuais.
A única oposição que teremos é a da imprensa livre, que será o inimigo principal dos soviéticos ascendentes.
O Brasil está evoluindo em marcha a ré! Só nos resta a praga: malditos sejais, ó mentirosos e embusteiros! Que a peste negra vos cubra de feridas, que vossas línguas mentirosas se transformem em cobras peçonhentas que se enrosquem em vossos pescoços e vos devorem a alma.
Os soviéticos que sobem já avisaram que revistas e jornais são o inimigo deles.
Por isso, “si vis pacem, para bellum”, colegas jornalistas. Se quisermos a paz, preparemo-nos para a guerra.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Manifesto em Defesa da Democracia

Assine. Faça parte de nosso movimento.

http://www.defesadademocracia.com.br/manifesto-em-defesa-da-democracia/

Numa democracia, nenhum dos Poderes é soberano. Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.

Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.

É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.

É inaceitável que militantes partidários tenham convertido órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.

É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.

É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade.

É constrangedor que o Presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras, mas um inimigo que tem de ser eliminado.

É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.

É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.

É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É deplorável que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.

Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para ignorar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.

Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.

Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

1 - Carboidratos

Os carboidratos têm basicamente função energética, mas podem também ter função plástica, participando de estruturas que constituem o corpo dos seres vivos. É o caso da celulose, que forma a parede celular das células vegetais, e da quitina, que forma a parede celular dos fungos e participa da composição do exoesqueleto de artrópodes. Além disso, os carboidratos participam da composição química dos ácidos nucléicos, que comandam e coordenam toda a atividade celular.





























Os carboidratos podem ser divididos em três grupos:

• monossacarídeos: açúcares simples, moléculas pequenas;
• dissacarídeos: açúcares formados pela reunião de dois monossacarídeos;
• polissacarídeos: carboidratos complexos, moléculas grandes.

1.1 Monossacarídeos

Os monossacarídeos são açúcares simples, muito solúveis em água e facilmente transportados para todas as partes do corpo. Muitos são imediatamente aproveitados pelos organismos como fonte de energia.

1.2 Dissacarídeos

Os dissacarídeos são formados a partir da união de dois monossacarídeos. Nessa união, há perda de uma molécula de água, ou seja, ocorre uma reação de síntese por desidratação.
Os dissacarídeos são solúveis em água, mas não são imediatamente aproveitáveis como fonte de energia. Para isso, precisam ser quebrados por hidrólise (hidro = água; lise = quebra), dando origem a dois monossacarídeos.
Os principais dissacarídeos são:


• sacarose: açúcar da cana, formado por uma molécula de glicose e uma de frutose;


• lactose: açúcar do leite, formado por uma molécula de glicose e uma de galactose;




• maltose: açúcar típico de vegetais, como a cevada, formado por duas moléculas de glicose.
1.3 Polissacarídeos
Os polissacarídeos são formados por vários monossacarídeos unidos entre si.
Os polissacarídeos são insolúveis em água e podem ser desdobrados em açúcares simples por hidrólise. Sua insolubilidade é vantajosa para os seres vivos por dois motivos: permitem que eles participem como componentes estruturais da célula ou que funcionem como armazenadores de energia

TRIGLICÉRIDES



























































































































































































































































































quinta-feira, 8 de maio de 2008

Antes tarde do que nunca!

09 de maio de 2008
Galileu, ex-herege, ganha estátua no Vaticano
por Graziella Beting

Retrato de Galileu Galilei de Justus Sustermans: o astrônomo que escapou da fogueira será homenageado pela Igreja Católica
Nunca é tarde. Depois de escapar por pouco da fogueira da Inquisição por ter defendido a tese de que a Terra girava em torno do Sol, o astrônomo italiano Galileu Galilei (1564-1642) será, enfim, abençoado pela Igreja Católica, com uma estátua em sua homenagem nos jardins do Vaticano em 2009.Galileu, que foi forçado a negar a tese heliocêntrica diante do tribunal do Santo Ofício, teve seu processo revisto 350 anos depois de sua morte, em 1992, quando a Igreja admitiu seu erro e absolveu o astrônomo. A inauguração da estátua de Galileu, em tamanho natural, no Vaticano, coincidirá com o Ano Internacional da Astronomia, proclamado pelas Nações Unidas, para comemorar os 400 anos da primeira utilização do telescópio para observar os astros, por Galileu, no verão de 1609. A peça, aliás, pode ser vista na exposição O telescópio de Galileu, instrumento que mudou o mundo, em cartaz no Museu da História da Ciência, em Florença, até o fim do ano.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Reação Química - para 8ª EF

Reação Química
É a transformação de uma ou mais substâncias em novas substâncias. As iniciais são destruídas e originam novos tipos de substâncias, ocorrendo, assim, mudanças nos tipos de moléculas. Todo fenômeno químico é uma reação química.
Os reagentes são as substâncias iniciais, ou seja, que sofrem o fenômeno químico. Os reagentes são consumidos durante o processo de transformação.
Os produtos são as substâncias finais, ou seja, são formadas no lugar dos reagentes (que desaparecem). São o resultado da transformação química ocorrida.




Equação química é a representação gráfica das reações químicas utilizando fórmulas químicas. Nelas, os reagentes são colocados à esquerda (1º membro) e os produtos à direita (2º membro). Entre ambos utiliza-se uma seta, orientada dos reagentes para os produtos. Os números que precedem as fórmulas das substâncias recebem o nome de coeficientes estequiométricos e indicam a proporção entre o número de moléculas reagentes e produzidas.









Observando o exemplo acima, podemos ver:

O elemento hidrogênio (H) e o elemento oxigênio participam da reação através das substâncias simples H2 e O2. São duas moléculas de H2 para uma molécula de O2. Durante o processo serão consumidas, formando uma substância composta (H2O), que estará presente com duas moléculas.

Os coeficientes são necessários para o balanceamento da equação, ou seja, para que se iguale o número de átomos de cada elemento em ambos os membros da equação química. Voltando ao exemplo acima, observe que teremos:

4 átomos de hidrogênio no primeiro e segundo membros da equação;
2 átomos de oxigênio no primeiro e segundo membros da equação.
Veja que ocorreu uma rearranjo de átomos:


Para que ocorra uma reação química, é preciso desfazer as moléculas dos reagentes (H2 e O2) e dispor seus átomos segundo uma nova recombinação. Ocorrerá a formação de novos tipos de moléculas (H2O) e, conseqüentemente, de novas substâncias. No exemplo acima, veja que as substâncias simples (H2 e O2) separaram, formando uma substância composta (H2O).

Leishmaniose - para 2ª EM

Para aqueles que quiserem se aprofundar no estudo das Leishmanioses, recomendo o link abaixo:

http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2036/paginas/materia%2010-36.html

Conceitos Básicos em Genética.

Genótipo e Fenótipo

O genótipo de uma pessoa é a sua constituição genética. O fenótipo é a expressão observável de um genótipo como um caráter morfológico, bioquímico ou molecular.

Locus Gênicos

Os cromossomos existem aos pares nas células somáticas.Cada gene ocupa um lugar definido no cromossomo. Esse lugar definido é denominado locus gênico.













Genes Alelos


Os genes que ocupam o mesmo locus em cromossomos homólogos são denominados genes alelos.







Homozigotos e Heterozigotos



Os genes alelos não são necessariamente idênticos.Quando nas células de um indivíduo os genes alelos para um determinado caráter não são idênticos, o indivíduo é denominado heterozigoto para o caráter denominado pelo par de genes. Quando os genes alelos são idênticos, o indivíduo é denominado homozigoto para aquele caráter.

domingo, 4 de maio de 2008

Para fechar a noite,um poema de amor. ( talvez, o mais belo que conheço )

Te Quero
Não te quero senão porque te quero...
E de querer-te a não querer-te, chego....
E de esperar-te quando não te espero..
Passa meu coração do frio ao fogo. ....
Te quero só porque a ti te quero,....
Te odeio sem fim, e odiando-te rogo,..
E a medida de meu amor viageiro...
É não ver-te e amar-te como um cego. ...
Talvez consumirá a luz de janeiro..
Seu raio cruel, meu coração inteiro,....
Roubando-me a chave do sossego. ...
Nesta história só eu morro....
E morrerei de amor porque te quero,.....
Porque te quero, amor, a ferro e a fogo..
Pablo Neruda.

O "Homem Vitruviano", de Leonardo da Vinci, 1492

O homem no centro


Os humanistas davam muita importância ao ser humano e ao natural, contrariando a visão medieval que glorificava o divino e o extraterreno. Com isso, os intelectuais passaram a questionar a autoridade da Igreja e atribuíram maior importância ao ser humano e à razão.O desenho de Leonardo da Vinci representado ao lado mostra o interesse pela proporção da representação da figura humana, desenvolvida pelos gregos no século 5 a.C. Baseou-se num trecho escrito pelo arquiteto romano Vitruvius.O arquiteto descreve como a forma humana com as mãos e pernas abertas poderia ser encaixada em um círculo, cujo centro seria o umbigo. E sugere que a figura pode também estar contida exatamente dentro de um quadrado.

Sem comentários...


3ª EM - Lembrando a Digestão.


Vamos ver se o pessoal está afiado quanto ao sistema digestivo, colocando o nome correto dos orgãos em relação aos respectivos números. Resposta amanhã!